Cultura local

Experiencias y análisis en gestión de políticas culturales iberoamericanas

O paradigma capitalista neo-liberal faliu…
Esta contestação é óbvia mas inútil em si mesmo.
Inútil se não for acompanhada de reflexões que contribuam para emergência de um novo paradigma…
O que não queremos no que temos e o que queremos para o que haveremos de ter?
E qual o papel da Cultura? E de que “Cultura” falamos?

Ora aqui está o início de uma bela discussão…espero…

Compartir

Responde a esto

Respuestas a esta discusión

La verdad es que a mi siempre me ha parecido que lo que hoy llamamos crisis no es sino la fiebre de una enfermedad profunda. Una enfermedad llena de falta de valores, de ideología...Y el problema nace, con el permiso de los especialistas en sanidad, cuando vamos a curar los sintomas, la fiebre, sin preocuparnos por la causa de la misma. Un asunto difícil. Que creo por otra parte que hay especialistas en el ramo que pudiesen contestar bien. Véase Pau Rusell, por poner un ejemplo. En todo caso está bien leer un pequeño artículo en el país de este mismo domingo: ¿Es la cultura un sector como los demás? de Jaime Otero Roth que puede dar alguna pista sobre la situación actual. Aunque no resuelve la linea de futuro sí que mira en el caldo de la actualidad. Está en http://www.elpais.com/articulo/opinion/cultura/sector/elpepucul/200...

Responde a esto

É evidente que a crise afecta, em muito, o sector cultural, até porque raramente este é encarado como prioritário. Em regra, os primeiros cortes orçamentais verificam-se em relação à cultura, facto que não deixa de ser uma das facetas do paradigma vigente, que está em crise e esgotado.
A Cultura, enquanto instrumento poderoso de progresso, nunca foi, na verdade, uma das premissas do funcionamento do capitalismo neo-liberal. É verdade que foi utilizada e abusada enquanto retórica política, mas a sua utilidade, sobretudo em relação aos grandes grupos economico-empresariais, a sua importância sempre estive indexada ao seu valor potencial de isenção fiscal.
No novo paradigma que se exige, e cuja necessidade surge da falência objectiva do actual, a Cultura terá que ser, obrigatoriamente, uma prioridade em si mesma, até porque tem condições de gerar riqueza e de reduzir o desemprego.
Aos poderes públicos – internacionais, nacionais, regionais e locais – cabe a responsabilidade de canalizar recursos – humanos, técnicos e financeiros – muito especialmente para as estruturas formativas. Só com estruturas formativas sólidas e pluridisciplinares é que se assegura uma verdadeira formação para a cidadania e se formam futuros criador e públicos.

Responde a esto

Responde a esto

RSS

Acerca de

ITL ITL creó esta red social en Ning.

© 2009   Creado por ITL en Ning.   Crear tu propia red social

Emblemas  |  Reportar un problema  |  Privacidad  |  Términos de servicio